domingo, 30 de maio de 2010

Projeto poderá Dividir o Brasil em 40 Estados

Mapa do Brasil Atual - 26 Estados + Distrito Federal
Quantos Estados tem o Brasil?
Bem, atualmente a República Federativa do Brasil está dividida em 26 Estados mais o Distrito Federal.
Mas de acordo com informações  publicadas pela Agência Câmara de Notícias, a aprovação, pela Câmara, do pedido de urgência para votar projetos que convocam plebiscitos para que os habitantes do Pará decidam se aprovam ou não a divisão de seu território em três estados pode dar força à uma série de propostas semelhantes que tramitam na Casa.
Estas propostas têm o potencial de criar mais 13 estados e territórios brasileiros, chegando ao total de quarenta!
Os defensores desta idéia citam como exemplo bem sucedido o caso do Estado do Tocantins.  Quando a constituição de 1988 foi promulgada, o Estado foi recortado de Goiás. Afirmam que entre a separação até 2006, Tocantins cresceu 155%.
No mapa abaixo você encontra a lista dos possíveis novos estados e territórios. Entre eles: Mato Grosso do Norte, Tapajós e Araguaia.
Novos Estados segundo a Proposta
Bem, mas que relação isso tem ou poderá ter com as Geotecnologias?
O mapa do Brasil terá de ser redesenhado, assim certamente haverá grande demanda de mapeamento e novas produções cartográficas.
Apenas um lembrete: Ainda é apenas um projeto, não há nada definido ainda. Você pode conferir mais detalhes clicando aqui ou neste outro link.


Fonte: Anderson Medeiros

sábado, 29 de maio de 2010

Policiamento Ostensivo - Características, Princípios e Variáveis

Para relembrar - a todos que trabalham no policiamento ostensivo, na proteção do cidadão contra todos os tipos de ameaça à paz social e na preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio.

Características do Policiamento Ostensivo:
  1. Ação Pública
  2. Legalidade
  3. Totalidade
  4. Ação de Presença
  5. Dinâmica
Princípios do Policiamento Ostensivo:
  1. Universalidade
  2. Emprego Lógico
  3. Responsabilidade Territorial
  4. Antecipação
  5. Continuidade
  6. Profundidade
  7. Aplicação
  8. Unidade de Comando
  9. Isenção
  10. Objetivo
Variáveis do Policiamento Ostensivo:
  1. Tipo
Policiamento Geral, Discreto, Especial, de Trânsito, Rodoviário, Florestal e de Mananciais, e de Guarda.
  1. Processo
A pé, motorizado, montado, aéreo, em embarcações e em bicicleta.
  1. Modalidade
Patrulhamento, Permanência, Diligência e Escolta
  1. Circunstância
Ordinário, extraordinário e especial
  1. Lugar
Urbano e Rural
  1. Efetivo
Fração elementar e Fração constituída
  1. Forma
Desdobramento e escalonamento
  1. Duração
Jornada e Turno
  1. Suplementação
Cão, comunicações, armamento, equipamento peculiares, equipamentos de segurança individual, viatura e outros.
  1. Desempenho
Atividade de linha e atividade auxiliar.




Fonte: Blog do Policiamento Comunitário

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Como se comportar em uma abordagem policial


 


Sem dúvidas, uma das situações mais tensas no serviço policial é a realização de uma abordagem, popularmente conhecida como “baculejo”. Seja pela truculência dos policiais ou pela resistência do abordado, o fato é que dificilmente a população entende que esse procedimento é essencial no nosso trabalho.
Geralmente encaram tal situação como um desrespeito e ofensa à dignidade e aos direitos do cidadão. Como diz o velho ditado: “polícia de perto incomoda e longe faz falta“. Ou seja, todo mundo quer que a polícia trabalhe de maneira enérgica, desde que não seja você o incomodado (pimenta no dos outros…). Pensando nisso, resolvi esclarecer algumas dúvidas sobre os direitos que as pessoas têm durante uma abordagem policial e também explicar o porque certas condutas são aplicadas, desmistificando alguns procedimentos frequentemente confundidos com abuso de autoridade, despreparo ou violência policial, além de dar uns conselhos – de amigo, nada oficial – sobre como proceder nesse momento tão crítico.
Em 2008, o Governo Federal divulgou um folheto sobre como se comportar durante uma abordagem policial, que foi devidamente explorado pelo Danillo Ferreira em seu blogue. Vejamos os principais pontos, seguidos de pequenos comentários desse que vos escreve:

O que fazer quando for abordado pela polícia?
- Fique calmo e não corra; Quem não deve, não teme
- Deixe suas mãos visíveis e não faça nenhum movimento brusco; Lembre-se que os policiais também estão sob pressão
- Não discuta com o policial nem toque nele; Qualquer ação pode ser interpretada como resistência
- Obedeça estritamente o comando do policial; E tudo acabará bem se você não cometeu algum crime
- Não faça ameaças ou use palavras ofensivas. Resistir só piora as coisas
Ao ser abordado você tem direito a…
- Saber a identificação do policial; Observe o nome na farda e/ou número na viatura
- Ser revistado apenas por policiais do mesmo sexo que você; O Artigo 249 do CPP abre exceções, mas dificilmente algum policial arriscará cometer um abuso desse tipo
- Acompanhar a revista de seu carro e pedir que uma pessoa que não seja
policial a testemunhe; Mesmo sem testemunhas acompanhe a busca, mas aguarde a permissão do policial
- Ser preso apenas por ordem do juiz ou em flagrante; Recebeu voz de prisão é melhor não reagir, pois se for necessário utilizarão a força
- Em caso de prisão: não falar nada além de sua identificação, e de avisar
sua família e seu advogado; Na delegacia tudo se resolve
- Não ser algemado se não estiver sendo violento ou tentando fugir da
abordagem. Discordo nesse ponto, uma vez que é impossível prever a intenção de alguém detido pela polícia. As algemas garantem a segurança dos policiais, de terceiros e até mesmo evita confrontos desnecessários com o detido. Vai de cada policial adotar ou não as “pulseiras”, caso ele queira algemá-lo é melhor aceitar
Agora vamos para o que acontece na prática. Policial não tem bola de cristal, por mais que ele tenha o tirocínio apurado é impossível ter a certeza que um suspeito está em flagrante delito, nem tampouco prever a reação do abordado. Por isso, partimos da premissa que a NOSSA SEGURANÇA ESTÁ EM PRIMEIRO LUGAR. Entenda porque cada ordem deve ser executada sem questionamento.
Mãos na cabeça. Quando mandamos alguém por as mãos na cabeça é mão na cabeça e ponto. Não se pretende humilhar o cidadão, o objetivo é evitar qualquer reação ofensiva, já que a maneira mais provável de tentar isso seja utilizando-as. Atenção! Levá-las ao bolso (para mostrar os documentos) pode desencadear umas resposta ainda mais hostil por parte dos policiais (trabalha-se com a hipótese de que uma arma pode ser sacada).
Abra as pernas. Não, nós não pretendemos realizar algum fetiche sexual. O que queremos é verificar se o abordado não escondeu algo ilícito (armas, drogas ou produto de roubo) em baixo de suas partes íntimas, entre outros locais. As pernas abertas também dificultam uma possível reação do abordado, que perde um pouco do equilíbrio para correr ou chutar o policial. Também não estranhe se mandarem ficar de joelhos ou até mesmo deitar no chão. Somente quem está abordando sabe a real necessidade (o risco que corre) de chegar a esse extremo. Aliás, isso é prática aprovada pelos órgãos defensores dos Direitos Humanos.
Pela minha pouca experiência percebi que as pessoas enquanto abordadas seguem um ciclo. Primeiro se negam a colaborar, normalmente com frases “Eu não sou vagabundo pra ser revistado” ou “Vá prender ladrão ao invés de perseguir cidadão de bem”. Sem efeito, apelam para a intimidação “Você sabe com quem está falando?” ou “Eu vou tirar a sua farda” e ainda aquele “Sou amigo/irmão/primo do coronel/delegado/vereador fulano de tal”. Igualmente ineficaz e já tornado algo que poderia ser simples em uma situação irreversível tentam sensibilizar o policial com “Por favor, eu sou trabalhador. Me libera aí”. Sem sucesso apelam desesperadamente para o suborno com “Não tem uma maneira de resolvermos isso por aqui mesmo?”.
Sabendo disso, o principal conselho que dou a todos que me perguntam sobre o assunto: COLABORE! Os policiais estando certos ou não. Você estando certo ou não. É muito importante colaborar para pelo menos “minimizar problemas” e se por ventura se sentiu prejudicado procure posteriormente a Ouvidoria de seu Estado. Contudo, muito cuidado ao fazer denúncias, tenha certeza de que realmente houve excessos, pois você poderá prejudicar pessoas honradas que somente estavam cumprindo com o seu dever

Fonte. Diario de um pm

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Mais 262 homens são promovidos a sargento na Polícia Militar

Ivanizio Ramos
Na manhã desta quarta-feira (26), mais 262 praças da Polícia Militar foram promovidos e deixaram a patente de cabo ascendendo a sargento. A solenidade marcou o encerramento do Estágio de Habilitação a Graduação de Sargentos (EHS), curso que durou 30 dias e acabou com a espera de décadas de muitos deles que já tinham tempo de serviço, mas ainda não tinham recebido as promoções.

“O Governo do Estado deu mais um passo para corrigir as distorções que já duravam anos dentro dos quadros da Polícia Militar. É um benefício para cada policial e um privilégio para a corporação como um todo”, destacou o comandante geral da PM, coronel Francisco Canindé de Araújo, que, durante a solenidade, oficializou as promoções dos novos sargentos.

O EHS tem a finalidade de beneficiar os cabos e soldados da Polícia Militar com mais de 15 anos de serviço e que não tiveram a oportunidade de realizar o curso de formação de forma regulamentar.

Em menos de um mês, é a segunda grande promoção autorizada pelo Governo do Estado, que no início de maio, realizou a maior da história da Polícia Militar do Rio Grande do Norte. Na ocasião, foram promovidos 216 oficiais (de 2º tenente a coronel) e 431 praças (de 3º sargento a suboficial) e na mesma solenidade, o próprio governador Iberê Ferreira de Souza assinou o decreto regulamentando o ingresso de soldados e cabos nos cursos de formação de cabos e de sargentos da Polícia Militar. O curso para sargento foi concluído nesta quarta (27) e o de cabos, está em fase final.

Ainda este ano, um novo concurso interno no âmbito da Polícia Militar será aberto para incluir soldados e cabos no curso de formação de sargentos seguindo os critérios da antiguidade, conduta disciplinar e merecimento intelectual.


Fonte: Agência RN

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Policial no Dia do Julgamento

O policial apresenta-se diante de Deus, pronto para a última inspeção pela qual teria que passar.
Disse Deus:
- Um passo a frente, policial, como deverei julgá-lo? Fostes fiel à igreja? Destes o outro lado de sua face àquele que te ofendeste? Abençoastes teu irmão?

O policial, na posição de sentido, respondeu:

- Não, Senhor! Nós policiais nem sempre podemos exteriorizar nossos sentimentos. Na maioria dos domingos estive cumprindo alguma escala e, por isso, não pude ir à igreja;
muitas vezes afastei-me também de minha família. Algumas vezes precisei
ser duro e até mesmo violento, mas entenda, Senhor, meu mundo é muito
difícil, melindroso. Nunca peguei um tostão que por direito não fosse
meu. Chorei por problemas que não eram meus e por pessoas que sequer me
conheciam, mas o choro foi de emoção e de gratidão, pois queria um
mundo melhor para todos, sem distinção.

Senhor Deus, és Pai, e sei que me perdoas. Reconheço que não mereço estar na Sua glória, pois errei muito, mas se tiveres um lugar para mim, agradeço de coração. Luxo não preciso, não. E, caso não haja lugar para mim, saberei entender Sua vontade. Antes de Sua decisão, amado Deus, rogo para que vigies com carinho e cuidado aqueles que lá deixei, pois são pessoas que amo e que não mais poderei proteger.

Um silêncio paira no ar.

O policial, resignado, prostra-se aguardando o veredicto do Senhor, que diz:

- Teu corpo me serviu de alma e coração… amor, sentimento e dedicação. Fostes escudo para o teu próximo. Viveu em prol da vida. Portanto, vá e anda em paz pelo paraíso. O inferno já foi tua missão.
 

Fonte: Papo de PM